Síntese das Atividades Realizadas - 2016

 

V Simpósio Reflexões Cênicas Contemporâneas

Data: de 22 a 25 de Fevereiro de 2016.

Conteúdo Geral: 4 demonstrações de processos de criação artística, 4 mesas de debate, 2 conferencistas e 2 atravessadores performativos.

 

XV Cursos de Fevereiro

Data: de 28 de Janeiro a 05 de Março de 2016.

Conteúdo Geral: 8 cursos de curta duração ministrados pelos atores-pesquisadores do LUME e convidados.

 

VIII Terra LUME

Data: de 28 de Janeiro a 05 de Março de 2016.

Conteúdo Geral: 2 Escambos Teatrais, 2 Demonstrações de Processos Criativos, 2 espetáculos artísticos e 3 mostras de vídeo

 

V Simpósio Internacional Reflexões Cênicas Contemporâneas

 

 

A programação aconteceu nos dias 22, 23, 24 e 25 de fevereiro de 2016 no período vespertino (das 14:00hs às 18:00hs) com apresentação de comunicações e no período noturno (das 18:30hs às 22:00hs). Contou com 3 palestrantes internacionais, 5 palestrantes nacionais, 4 mediadores de mesa além de grupos e artistas convidados que realizaram demonstrações práticas de suas pesquisas artísticas conforme programação abaixo. Foi realizado no Auditório do Instituto de Artes - UNICAMP e contou com 167 inscritos para as palestras, 69 comunicações aprovadas, além de transmissão on-line de toda a programação.

 

PROGRAMAÇÃO

Organização: LUME e PPGADC – IA - UNICAMP

Data: 22 a 25 de Fevereiro de 2016

Local: Instituto de Artes – UNICAMP

 

Dia 22/02/2015  - Corpo e Processos Descoloniais

A colonialidade, em diversos países, implementou a  extração dos recursos naturais, a exploração através da conquista e controle de terras, a escravidão e a divisão de raças. Mais do que isso,  houve um controle do conhecimento e da subjetividade, que foi emaranhada na questão da modernidade/colonialidade levando a uma geografia do conhecimento específica e a um controle da existência. Esse controle do conhecimento e da subjetividade atua em várias instâncias. Há diferenças epistêmicas em termos de entendimento do mundo que aparecem em cosmogonias, narrativas, saberes e práticas. Interessa-nos discutir questões sobre o pós-colonialismo e o descolonialismo a fim de pensar a prática e a arte da cena no Brasil.

Palestrantes: Jean Grahan-Jones (EUA)

Mesa de Debates: Verônica Fabrini (UNICAMP) e Eduardo Mendieta (EUA)

Mediadora: Raquel Scotti Hirson (LUME)

 

Dia 23/02/2015  - Desmontagem

Esse dia tem como objetivo problematizar o conceito de desmontagem. Serão apresentados processos criativos que explicitam, num só tempo, uma forma estética que contempla os caminhos da pesquisa do artista, expõe-se os modos de produção, as  metodologias e conceitos de suporte da criação. Uma desconstrução de processos artísticos no qual revela-se os conteúdos imbricados no modo de fazer do artista. Desnuda os pontos de partida, seus desvios de rota e sua construção processual.

Processos: Tânia Farias – Tribo de Atuadores Oi nós aqui traveis e Teresa Ralli - Grupo Cultural Yuyachkani (Peru)

Debatedoras: Ana Cristina Colla (LUME) e Mara Lucia Leal (UFU)

 

Dia 24/02/2015  - Corpo em Arte e Política

Essa mesa pretende discutir a ideia do corpo como uma construção social, como uma realidade inacabada que não existe enquanto uma entidade autônoma e autossuficiente, mas que é constituído e afetado a todo instante pelos acontecimentos sociais, culturais e políticos que o cercam. Como, então, pensar esse corpo em sua dimensão fenomenológica, corpo próprio, corpo vivido, corpo que sou eu? Como que essa dimensão pode se relacionar com a dimensão coletiva do corpo? E como a arte contribui para a construção/experimentação desse corpo paradoxal?

Palestrante: Miguel Rubio Zapatta - Grupo Cultural Yuyachkani (Peru)

Mesa de Debates: Charles Feitosa (UNIRIO) e Rui Filho (Editor da Revista Antro-Positivo) – Mediação:  Renato Ferracini (LUME). 

 

Dia 25/02/2015 - Dança e Performatividade

Poderíamos ler em Feral que Performer, quer seja num sentido primeiro “de superar ou ultrapassar os limites de um padrão” ou ainda no sentido de “de se engajar num espetáculo, um jogo ou um ritual”, implica ao menos em três operações, diz Schechner.  1. ser/estar (“being”), ou seja, se comportar (“to behave”); 2. fazer (“doing”). É a atividade de tudo o que existe, dos quarks aos seres humanos; 3. mostrar o que faz (“showing doing”, ligado à natureza dos comportamentos humanos). Este consiste em dar-se em espetáculo, em mostrar (ou se mostrar). Essa performatividade que foca o primado da cena na ação e no processo de abertura de seu processo de feitura, enquanto uma ontologia da ação em ato, de certa forma, define a performance. Esse dia será dedicado a como alguns trabalhos de dança pensam seu fazer a partir desse território performativo.  o ignored

Processos: Holly Cravell (UNICAMP) e Ligia Tourinho (UFRJ)

Debatedoras: Ana Clara Cabral Amaral Brasil (LUME) e Tania Alice Feix (UNIRIO

 

Atravessadores Performativos 

Escrita performativa: Flávio Rabelo (LUME) e Fernanda Magalhães (UEL)

 

 

XV Cursos de Fevereiro

 

Em 2016 foram realizadas a 15ª edição dos Cursos de Fevereiro: abrimos novamente as portas da nossa sede em Barão Geraldo para atores, bailarinos, pesquisadores, estudantes de artes cênicas e dança e interessados em geral, de todo o país e de diversas partes do mundo, para uma experiência de formação artística. Através de cursos condensados de curta duração, os alunos tiveram contato com os 30 anos de pesquisa do LUME Teatro, explorando o potencial do corpo como instrumento expressivo e performático, seus próprios limites e potenciais artísticos, mostrando como criar um ambiente de trabalho que gera risco e inspiração. Além disso, o mês de fevereiro em Barão Geraldo é um momento especial de intensas atividades artísticas, trocas e encontros, e proporcionaram ao participante dos cursos outras vivências essenciais para sua formação como o Feverestival, apresentações e cursos de outros grupos sediados em Barão Geraldo além das outras atividades que fazem parte integrante da Jornada como o Terra LUME e o Simpósio Reflexões Cênicas Contemporâneas.

Para essa modalidade de participação na Jornada Atuação e Presença tivemos 132 inscritos distribuídos nos cursos de curta duração a seguir:

Cursos de Fevereiro de 2016

1. O Corpo Multifacetado – Aprofundamento (Módulo 2)

Ministrante:  Ana Cristina Colla

De 28/01 a 05/02

Durante os últimos anos, o LUME bebeu de várias fontes de trabalhos práticos orientais, cujos elementos foram redimensionados e reestruturados para o trabalho que desenvolvemos, passando a compor o treinamento técnico dos atores. O foco do trabalho foi a transmissão desses elementos técnicos híbridos experimentados que acabam por romper a fronteira entre a dança e o teatro. Mergulhamos no corpo como agente central, multifacetado, seja ele corpo concreto, cuja musculatura necessita alongamento, força, segmentação, enraizamento entre outros ou seja ele corpo imagético, capaz de materializar diferentes qualidades de vibração, na busca de uma expressividade pessoal. Esse curso teve como foco o aprofundamento dos tópicos acima, portanto foram voltados a atores/pesquisadores que participaram desse mesmo curso em anos anteriores ou aqueles que já cursaram outras oficinas do LUME.

2. Da Mímesis Corpórea à Mímesis da Palavra

Ministrante: Raquel Scotti Hirson

De 28/01 a 05/02

A Mímesis Corpórea é uma metodologia de criação de ações físicas e vocais - desenvolvida pelo LUME Teatro - que busca a poetização e teatralização dos encontros afetivos entre um atuador-observador e corpos/matérias/imagens. O pressuposto da Mímesis Corpórea é que esse encontro potencialize a transformação e recriação do corpo singular daquele que atua-observa. A proposta do curso foi fazer com que a observação transbordasse para o território da palavra. A palavra em ação pode conter todas as conexões de imagens que detona, jogando com espaço e tempo. A palavra sugere sons, tensões e ações que tomam outras formas, criando dimensões poéticas em movimento e novas afetações.

3. O corpo como fronteira

Ministrante: Renato Ferracini

De 28/01 a 05/02

O corpo como potência artística e de criação: não o corpo inserido em um contexto fixo delimitado e nomeado, mas o corpo como fronteira expressiva que expande e perfura as bordas, criando um espaço único e ao mesmo tempo interseccionando as relações teatro/dança/performance. Esse workshop trabalhou, na prática, o corpo dentro dessa fronteira de criação, seja na relação com o espaço, com o outro, com a música, com os objetos, buscando sempre a capacidade expressiva corpórea de cada participante.

 

4. Diálogos sobre Produção

Ministrante: Cynthia Margareth

De 31/01 05/02

O curso promoveu a troca de experiências entre produtores de grupos consolidados, equipe multidisciplinar de trabalho e jovens artistas que estão iniciando e buscando se estruturar, além da reflexão sobre diferentes formatos de produção no Brasil, dos grandes festivais à gestão de grupos e projetos colaborativos. Foi aberto o diálogo e uma reflexão “teórico-prática” sobre o papel do produtor na interlocução com artistas, mercado e equipe interna de um grupo, abordando questões gerais de produção: planejamento estratégico, elaboração de projetos, cronograma de execução, comunicação, divulgação e montagem de equipes de trabalho. 

 

5. O Estado de Ser do Ator

Ministrante: Carlos Simioni

De 11/02 a 18/02

Resultado das últimas pesquisas do ator Carlos Simioni, a oficina focou o  trabalho do corpo do ator sobre as variações de tensões.  É possível entrar em contato através destas tensões com  o  estado de ser, ativando as diferentes qualidades  de tensão e das  vibrações das tensões, dando ao ator a possibilidade de, em cada variação, encontrar estados energéticos e acessar  e expressar  emoções, sentimentos, traumas, vivências  que existem e  estão gravados em seu corpo.  Divide-se em camadas de tensão de primeira a quarta, e cada uma delas tem em si um universo a ser explorado. Tecnicamente o ator ativa estas camadas, e com a ativação, ele conduz seu corpo. Depois de apropriada a mestria de manipular as tensões, é possível então entrar diretamente na camada. Entrando nela o ator se envolve com o que resulta das tensões, não mais manipulando-as mas usufruindo do que foi construído, como por exemplo trabalhar o corpo sensível, percepção sutil de condução de movimento. Possibilidade de gravar no corpo  as condições de movimentos, acessar  graus e estados de sentimento, sensação, imagens com clareza e  facilmente retomadas. Dentro deste lugar o ator desliga-se  da vontade de fazer e se deixa ser guiado pela confluência  de tensões gerando um estado de presença  vigoroso, abrangente, inteiro, que emana fluxos de energia e de forças.

 

6. Da energia à ação

Ministrante: Naomi Silman

De 11/02 a 18/02

O curso trouxe alguns dos fundamentos do treinamento energético desenvolvido pelo LUME, proporcionando aos participantes um mergulho no próprio corpo – nas suas sensações, qualidades de energia e fisicalidades. O curso abordou outros importantes elementos no oficio do ator como geração de energia, expansão e retenção de impulsos, precisão, dinâmica das ações físicas no tempo e no espaço, articulações e segmentação corporal, o estado de brincar e o jogo entre atores, bem como a utilização de estímulos externos como imagens, música, texto e objetos, levando à criação de um repertório corporal-vocal próprio.

 

7. O Palhaço e o Sentido Cômico

Vagas: 14

Ministrante: Ricardo Puccetti

De 19/02 a 26/02

O palhaço não é um personagem, mas a dilatação do ridículo de cada um de nós, revelando a comicidade e a humanidade própria de cada indivíduo. Então, o palhaço é pessoal e único. Através de uma metodologia desenvolvida pelo próprio ministrante ao longo dos últimos 25 anos e enriquecido por sua vasta experiência como palhaço, o workshop possibilita que os "aspirantes a palhaço" entrem em contato com suas facetas “ridículas e estúpidas”, normalmente não exposta durante a vida cotidiana. É um processo de iniciação que permite uma primeira experiência da construção de um "corpo que brinca";  a descoberta do ritmo (tempo) pessoal e um contato inicial com a lógica de cada palhaço, ou seja, sua maneira de ação e reação frente ao mundo que o cerca. Trabalhou-se a figura do palhaço, sua lógica de figurino e a busca do que pode ser o início de seu repertório. No programa do curso constaram ainda noções de treinamento técnico para o ator e exposições comentadas de material videográfico.

 

8. Treinamento Técnico para o Ator

Ministrante: Jesser de Souza

De 19/02 a 27/02

Dirigido a atores, bailarinos, estudantes de artes cênicas e de dança e interessados em geral, o curso oferece uma vivência do treinamento cotidiano sistematizado pelos atores do LUME Teatro, por meio do reconhecimento e dilatação das capacidades expressivas do corpo. Através de metodologias concretas, o curso aborda temas relacionados ao trabalho de ator: ética (autodisciplina e autonomia); preparação e prontidão (aquecimento do corpo-mente e presença); aspectos energéticos e técnicos do ofício (transformação do peso em energia, dinâmica das ações no espaço e no tempo, articulações e segmentação corporal, modulação da energia, jogo entre atores).

 

 

VIII Terra LUME

 

O Terra Lume pretende, a cada fevereiro, transformar a sede do núcleo em espaço multimídia. O foco é proporcionar um espaço de sinergia e intercâmbio entre os participantes dos Cursos de Fevereiro e do Simpósio Reflexões Cênicas Contemporâneas – atividades integrantes dessa Jornada - além de abarcar também participantes artistas/pesquisadores de outras atividades que  acontecem nos outros grupos sediados em Barão Geraldo e artistas e pesquisadores em geral. Com acesso livre e gratuito, foram organizadas todas as atividades previstas conforme cronograma abaixo:

29/01/2016 – Festa de Abertura Casa São Jorge

Festa de abertura do evento, voltada aos alunos, equipe e convidados, na Casa São Jorge, contou com apresentações musicais do grupo Capitães de Areia, da cantora Ieda Cruz e Dj Digão. 

30 e 31/01/2016 - Demonstração Alphonsus

Quando os subtextos são textos

Neste encontro-demonstração, a atriz Raquel Scotti Hirson mostra um pouco do processo de criação e pesquisa do seu solo “Alphonsus” e de sua pesquisa em torno da “Mímesis da Palavra”. A “Mímesis da Palavra” vem sendo desenvolvida pela atriz nos últimos anos de sua pesquisa, partindo da “Mímesis Corpórea” – um conjunto de procedimentos e estratégias de criação de ações físico-vocais desenvolvido pelo LUME Teatro que busca a recriação, poetização e teatralização dos encontros afetivos entre um atuador-observador e corpos/matérias/imagens. Ela possibilita ao ator a busca de uma organicidade e de uma vida, a geração de efeitos de presença a partir de ações coletadas em observações. A “Mímesis Corpórea” já foi colocada em fricção com a dança, o cinema documentário e agora com a poesia, os textos e subtextos utilizados na criação teatral, chegando ao que o Lume denomina “Mímesis da Palavra”. O espetáculo “Alphonsus” retrata o “encontro” da atriz com seu bisavô, o poeta simbolista mineiro Alphonsus de Guimaraens. Como seria possível encontrá-lo? Com o olhar na poesia, Raquel ampliou a curiosidade de saber quem foi este homem capaz de poetar em meio à monotonia de seus longos dias provincianos. Buscou na família e em sua infância os laços que a permitissem encontrar conexões entre poesia, vida e criação.

01/02/2016 – Escambo Teatral – Primeiro encontro

Escambo Teatral é um espaço aberto de apresentações de cenas propostas pelos alunos dos Cursos de Fevereiro, na Sede do LUME. Neste encontro, foram realizadas as seguintes atividades:

 

1. Vídeo: “O tempo de um silêncio para Thereza Rocha"
Tomaz de Aquino Jr.
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos
2. “Contação de História”
Ademir Apparício
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos

3. “Cantoria de Amigas”
Mariana Rotili
Camila Farias
(participação de Edu Guimarães)
Local: Sala interna da sede.
Duração: 15 minutos

4. Cena O Julgamento
Fernanda Pimenta
Local: Sala interna da sede.
Duração: 4 minutos

5. Cena “Tartarugas”
Renata Asato 
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos

6. Cena “A Visita”
Karla Calasans
Local: Varanda.
Duração: 10 minutos
7. Performance “A Natureza da Vida”
Fernanda Magalhães
(participação de Camila Farias e Mariana Rotili)
Local: Jardim
Duração: 15 minutos

01, 02, 03/02 – Mostra de Vídeo

Mostra de vídeos na sede do LUME, com temáticas relacionadas aos cursos de cada semana.

15/02/2016 – Demonstração Técnica Não tem Flor Quadrada

Nesta demonstração, veremos a trajetória da atriz na criação de uma técnica pessoal de representação. Um confronto intransferível do ator consigo mesmo, no âmbito de suas específicas dificuldades e facilidades com o trabalho prático. O contato com vários elementos e princípios técnicos do treinamento corpóreo. A criação de repertórios de matrizes corporais, vocais, e sensoriais e em seguida, o trabalho de improvisação e criação para a cena.

 

15/02 – Escambo Teatral – Segundo Encontro

1. “Geni ou Uma Boa Ideia”
Experimento com Objetos
Marina Franco
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos
2. “Office”
Cia. da Bobagem
Marisa Riso e Rafael Marques
Local: Sala interna da sede.
Duração: 15 minutos

3. “Violetas” (trecho de processo)
Mayra Montenegro
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos

4. Contação de História
Ademir Apparício
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos

5. “Canto indígena”
Eleonora Montenegro 
Local: Sala interna da sede.
Duração: 3 minutos

6. “É Mal de Família” – Cantoria Nordestina
Eleonora e Mayra Montenegro 
Local: Sala interna da sede.
Duração: 10 minutos
7. “Raquete”
Palhaço Picaburu
Local: Em frente à escada
Duração: 10 minutos

8. Trecho do espetáculo “HANGR”
Mario Levis
Local: Em frente à escada
Duração: 10 minutos

9. O Bom da Roda
Edu de Maria
Local: Em frente à escada
Duração: 10 minutos

*Intervenção entre cenas:
“Corvos” – Com Ademir Apparício e Tomás Flores

17 e 18/02 – Espetáculo Dissolva-se-me (sessão das 00h)

Duas sessões do espetáculo. Sobre “Dissolva-se-me”: A esquizofrenia (CID 10 F 20) é o ponto de partida para o solo de teatro-dança-peformance do ator Renato Ferracini, com direção e composição do coreógrafo Luis Ferron. Movimentos cadenciados, o texto e o tempo – não necessariamente nesta ordem – propõem um jogo de poesia e criatividade entre o artista, o público e o momento presente. “Nem poesia, nem espetáculo, dança ou performance - ou tudo junto: uma ode aos 0,01% de inventividade deformada feito Francis Bacon e alicerçada pelos atlantas, ou o que dá no mesmo, pelos inexistentes, tipo assim... Deus. Simples. Não há lógica, assim como na vida organizada” - (Renato Ferracini).   

 

21/02/2016 – Domingo – Espetáculo SerEstando Mulheres

Vestir-se do outro como revelação de si mesmo. Será isso possível? Em sua busca por ser-estar na cena, a atriz Ana Cristina Colla, ao longo de seus mais de 20 anos de pesquisa junto ao LUME Teatro, visitou pessoas, cidades, mestres, recantos. Entre encontros e confrontos, foi depurando seu fazer teatral, passando pela Mímesis Corpórea, visitando o Butoh, como portas para a própria singularidade. Nesse encontro-espetáculo a atriz narra através das imagens que cria e corporifica, seu saber impresso no corpo.

22, 23, 24/02  – Mostra de Vídeo

Mostra de vídeos na sede do LUME, com temáticas relacionadas aos cursos de cada semana.