top of page

Data do evento: 23 a 27 de fevereiro de 2026

Conferência de Abertura: 23 de fevereiro das 14:30hs às 18:00hs

Mesas de Debates: 24, 25, 26 e 27 de fevereiro das 14:30hs às 18:00hs

Local: Casa do Lago - UNICAMP

Comunicações: 25 e 26 de fevereiro (presencial); 27 de fevereiro (online) das 9:00 às 12:30hs

Local das Comunicações Presenciais: Centro de Ensino de Línguas - UNICAMP

CONFERÊNCIA DE ABERTURA

 

23 de fevereiro de 2026 – Segunda-Feira

Conferencista: Magdalena Stawman-Tuka (Polônia) e Anna Bogdanowicz (Polônia) 

Mediação e Tradução do Polonês: Maciej Rozalski (CECULT - UFRB)

A conferência de abertura reúne o Dr. Maciej Rozalski, a Dra. Anna Bogdanowicz e a Dra. Magdalena Stawman-Tuka em uma palestra performática, reflexão compartilhada sobre método, corpo e prática coletiva no teatro físico contemporâneo, inspirada — e dialogando criticamente — com o legado desse método e suas continuações.
Partindo da investigação de Rozalski sobre método-individualidade-poiesis, a sessão examina como os métodos teatrais são continuados, transformados ou confrontados ao longo do tempo, questionando hierarquias, obediência, reciprocidade e perspectivas de gênero nas práticas do teatro físico. Sua contribuição enquadra o método como uma arqueologia viva: um campo de tensões e encruzilhada entre tradição, inspiração poética e ser artístico individual.

 

Mesa 01 – Levar a paisagem consigo: diálogos entre presença, criação e ambiente

 

24 de fevereiro de 2026 – Terça-Feira

Palestrantes: Genevieve Hyacinthe (California College of the Arts - CCA) , Eduardo Marandola Jr (UNICAMP), Casé Angatu Xukuru Tupinambá (Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC).

Mediação: Moacir Romanini Junior (LUME – UNICAMP)

 

A paisagem – em sua multiplicidade de acepções – é ponto de partida para este debate quese propõe a amplia r os estudos nas Artes da Cena que abordam as relações entre espaço criação. Para tanto, busca-se em reflexões de diferentes campos do saber, bem como nas práticas das artes presenciais em que o lócus é matriz criativa, com-posições políticas estéticas que afastam a dicotomia entre ser e paisagem para o surgimento de uma relação ética de vivência-ao-lado: uma pele-ambiente. De que forma pesquisadores(as) vêm elaborando práticas e teorias que não separam corpo e território, mas os entendem como uma ecologia compartilhada de afetos, presenças e memórias?

 

Mesa 2 - A escrita como ação artística na pesquisa acadêmica

 

25 de fevereiro de 2026 – Quarta-Feira

Palestrantes: Filipa Cruz (Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto); Diego Alves Marques - SP (IA – UNICAMP); Cássio Eduardo Viana Hissa.

Mediação: Tatiana Schunck (LUME - UNICAMP)

 

A mesa pretende abrir uma reflexão acerca do “campo” que se abre quando uma pesquisa é realizada como arte, além da reflexão sobre os diferentes territórios que a escrita pode instaurar e comunicar ao se configurar como uma ação artística na pesquisa acadêmica. Qual é o campo que se abre quando a pesquisa é arte? Qual é o seu campo de pesquisa? O que você faz em seu campo de pesquisa? O que esse campo de pesquisa faz com você? Com esse campo (em) aberto, em função de se articular práticas de escuta e de escrita na pesquisa, como promover uma escrita artística que se situe desde a consciência de que essa escrita é produzida como um reflexo de uma práxis, mas, sobretudo, ela é uma expansão dessa prática?

 

Mesa 03 – Masculinidades em Cena: Performatividades em jogo, rupturas e utopias

 

26 de fevereiro de 2026- Quinta-Feira

Palestrantes: Adão Freire Monteiro (IFS); Luciano Correa Tavares (UFRGS) e Rubia Romani (Curitiba)

Mediação: Chavannes Procópio Péclat (UNICAMP)

 

O tema aborda as interseções entre os dispositivos de gênero, as performatividades e as contribuições das Artes da Cena para os Estudos de Gênero, com foco nas masculinidades contemporâneas brasileiras. As Artes da Cena, enquanto espaço de experimentação estética e política, permitem explorar as normatividades de gênero que estruturam a sociedade e criar rupturas que desestabilizam discursos hegemônicos. Performances, teatro e dança têm se revelado potentes para questionar estereótipos masculinos, ampliar possibilidades de subjetivação e fomentar utopias de um futuro mais inclusivo e plural. A proposta é explorar como os dispositivos de gênero são performados, problematizados e ressignificados nas práticas cênicas brasileiras. A discussão abordará questões como: De que maneira a arte de cena pode revelar e tensionar os limites entre masculinidades normativas e dissidentes? Quais estratégias estéticas e narrativas permitem imaginar outras formas de ser e habitar o gênero? E, por fim, como esses processos cênicos podem contribuir para uma reflexão mais ampla sobre masculinidades no contexto social e cultural do Brasil contemporâneo?

 

Mesa 04 – Teatralidade e Performatividade: duas faces da mesma moeda?

 

27 de fevereiro de 2026 – Sexta-Feira

Palestrantes: Anna Bogdanowicz (Polônia); Janaina Leite (USP), Verônica Fabrini (UNICAMP)

Mediação: Raquel Scotti Hirson (UNICAMP)

Ferál, apesar de verificar formações diferenciadas no modo de operar o fazer do teatro e da performance, não coloca a teatralidade e performatividade como simples opostos, mas como complementares em um espaço de tensão entre ação e representação, real e ficção, simbólico e infrassimbólico. Em toda ação cênica, há teatralidade e performatividade de modo inexorável. Como pensar essa questão nos trabalhos e processos artísticos e/ou pedagógicos?

bottom of page